domingo, 31 de julho de 2011

Paixão: um sentimento enganoso

Diferentemente do amor, ela é perigosa e capaz de iludir


Aquele que pensa que a paixão é um sentimento positivo e que deve ser estimulado está totalmente enganado. Diferentemente do amor, a paixão é perigosa e capaz de iludir, destruir casamentos, frustrar e levar muitos a cometer atos impensados. Não importando a idade, este sentimento pode levar qualquer indivíduo à ruína na vida amorosa.

De acordo com o livro “O Perfil do Jovem de Deus”, do bispo Renato Cardoso, a paixão é um sentimento altamente enganoso. E muitas pessoas, movidas por ela, têm se casado ou mesmo se entregado sexualmente a alguém fora do casamento, acabando frustradas.

sábado, 30 de julho de 2011

Sexualidade na Juventude

Atualmente, é possível observar um constante apelo sexual presente nos meios de comunicação, como TV e internet, e também em algumas letras de música, o que acaba influenciando negativamente na vida dos jovens. Muitos se exibem pela internet através de sites de relacionamento sem se preocupar com as consequências desses atos.
A presença dos pais é muito importante para esclarecer esses temas e orientá-los sobre como lidar com essas situações. Para a psicóloga Fátima Bittencourt, consultora em comportamento e diretora do Grupo Sanare, os responsáveis ainda sentem dificuldade em falar sobre sexo com os filhos. “Os pais sempre

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O amor tira a dor

Quem possui relacionamento duradouro sente menos dor e medo

Se você possui um relacionamento duradouro, pode se surpreender com um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, o amor age como um analgésico no cérebro, o que diminui a dor.
Não entendeu? A explicação é a seguinte: a sensação de amar age nas mesmas áreas do cérebro que a sensação de dor. Isso foi comprovado analisando-se 17 mulheres, que possuíam relacionamentos duradouros. Enquanto elas recebiam choque ao redor do corpo, eram convidadas a olhar fotografias de seus amados, pessoas estranhas e objetos.
O resultado foi que quando elas olhavam para a foto do parceiro, o nível de dor registrado era menor em comparação às outras fotos. Além disso, a pesquisa constatou que, quanto maiores eram e tempo de relacionamento e o apoio do parceiro a elas, maior era o nível de atividade na região cerebral chamada de córtex pré-frontal ventromedial, que também inibe outros caminhos no cérebro responsáveis por sensações como medo e ansiedade.
E o que isso representa? Que essa segurança no relacionamento simplesmente ajuda a diminuir a dor.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Como encontrar o verdadeiro Amor ?


 Laura namorou por alguns meses e esse período foi suficiente para entender que aquele rapaz era a pessoa certa para ela. A jovem nunca havia namorado alguém tão romântico, tão atencioso e aparentemente tão companheiro, a ponto de acompanhá-la em qualquer lugar, ser gentil e educado, compreensivo e amigo.
Laura achava que estava namorando a pessoa perfeita, aquela que logo logo a pediria em casamento. Até que chegou o tão sonhado 12 de junho. A data comemorativa pelo Dia dos Namorados estava sendo muito aguardada pela jovem. Tanto, que já estava se preparando junto com o amado para o grande momento da troca de presentes, passeio e

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Abstinência melhora sexo no casamento?

Segundo estudo, casais que adiam o início das relações íntimas teriam uma vida sexual mais satisfatória




Um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia, afirma que os casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento tendem a ter relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória.
Entre os participantes da pesquisa, as pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seus relacionamentos do que as demais.
A avaliação feita com relação à satisfação com o relacionamento entre os casais abstêmios também foi 20% mais alta, assim como as questões sobre a qualidade da vida sexual (15% mais altas), além da comunicação entre os cônjuges (12% maiores).